África
23 janeiro 2009
Quando poucos ainda se dão conta de que a humanidade nasceu ali e todos parecem dar as costas para o mais sofrido dos continentes, a esperança de novos tempos renasce, irônica e mágica, justamente na figura de um de seus filhos.
É como se a humanidade inteira, numa enorme catarse, estivesse retornando ao útero de sua mãe…
Lindas palavras!! Nada mais a complementar. Apenas:
“Yes, WE can!”
Oh, yeah!